O Rio Solimões atingiu nesta semana uma das maiores cotas da cheia dos últimos anos na altura de Tabatinga, na tríplice fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru. O nível ultrapassou a cota de alerta e colocou a Defesa Civil em monitoramento permanente dos bairros mais próximos da orla.
Equipes percorrem as áreas ribeirinhas para orientar as famílias que vivem nas partes mais baixas da cidade. Segundo a Defesa Civil, marombas e passarelas de madeira estão sendo reforçadas para manter a circulação das pessoas enquanto as águas não baixam.
"Todo ano a gente conhece o ritmo do rio, mas neste a subida veio mais forte. O importante é ninguém se arriscar nas correntezas", afirmou um morador da orla ouvido pela reportagem.
A recomendação das autoridades é evitar o banho e a travessia em pequenas embarcações nos horários de maior movimento e procurar os pontos de apoio caso a água chegue perto das residências.





